A r m a s   d e   c e r c o   p o d e m   d e s t r u i r   e d i f i c a   e s ,   m a s   s  o   f r a c a s   c o n t r a   o u t r a s   u n i d a d e s ,   p r i n c i p a l m e n t e   a   c a v a l a r i a . 
 
 
 
 O   n o m e   d e s s a   m  q u i n a   d e   c e r c o      t r a d u z i d o   c o m o    c o n q u i s t a d o r a   d e   c i d a d e s  .   E s s e   n o m e   f o i   a p l i c a d o   p e l a   p r i m e i r a   v e z   a   u m a   t o r r e   m  v e l   c o n s t r u  d a   p e l o s   g r e g o s   p a r a   a t a c a r   u m a   c i d a d e   n o   C h i p r e .   E s s a   g r a n d e   t o r r e   m  v e l   m o n t a v a   a r r e m e s s a d o r e s   d e   p e d r a   e   b a l i s t a s   d e   d i f e r e n t e s   t a m a n h o s ,   c o m   o   m e n o r   p o r   c i m a .   D u z e n t o s   h o m e n s   e m p u r r a v a m   a   t o r r e   a t    a s   m u r a l h a s   i n i m i g a s   u s a n d o   t r a v e s   p a r a l e l a s   q u e   s e   e s t e n d i a m   d a   p a r t e   i n f e r i o r   d a   t o r r e .   A s   a r m a s   m a i o r e s   d e s t r u  a m   a s   m u r a l h a s   e   a s   m e n o r e s   d e r r u b a v a m   o s   d e f e n s o r e s   d e s s a s   m u r a l h a s   e m   p r e p a r a   o   p a r a   o   a t a q u e . 
 
 